quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

OS VALORES...



Quanto a nós, os valores mais importantes são a Amizade, a Família e a Saúde.

Sobre a Amizade basta dizer que se não tivéssemos amigos não podíamos brincar, nem desabafar, com ninguém!

A Família dá-nos tudo o que necessitamos: amor, mimo, comer...

A Saúde é um valor porque sem ela não poderíamos viver.

Mas também há os anti-valores... Por exemplo, a ganância pelo dinheiro. As pessoas gananciosas podem matar, roubar, bater, etc. Há pessoas que fazem tudo pelo dinheiro: matam pessoas e roubam! São pessoas que não têm valores nem sentimentos.
Anti-valores também são as mentiras, as traições e as crueldades para com as outras pessoas.
Na vida, o mais importante é ter valores. Sem valores não seríamos o que somos hoje.
As pessoas devem ser honestas umas com as outras, devem cuidar das suas famílias e amá-las como se amam a si próprios.

Adaptado a partir dos textos criados por:
João Pisco, Joana Martins e Josué Filho

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

POEMAS À SOLTA



A partir do "Poema Pial" de Fernando Pessoa, que aqui deixamos, inventámos poemas. Mesmo que não tivessem muito sentido, os poemas que criássemos tinham de ter rimas.
Um pouco mais abaixo podem ver três dos poemas que criámos. Esperamos que gostem.

POEMA PIAL

Toda a gente que tem as mãos frias
Deve metê-las dentro das pias.

Pia número UM
Para quem mexe as orelhas em jejum.

Pia número DOIS,
Para quem bebe bifes de bois.

Pia número TRÊS,
Para quem espirra só meia vez.

Pia número QUATRO,
Para quem manda as ventas ao teatro.

Pia número CINCO,
Para quem come a chave do trinco.

Pia número SEIS,
Para quem se penteia com bolos-reis

Pia número SETE,
Para quem canta até que o telhado se derrete.

Pia número OITO,
Para quem parte nozes quando é afoito.

Pia número NOVE,
Para quem se parece com uma couve.

Pia número DEZ,
Para quem cola selos nas unhas dos pés.

E, como as mãos já não estão frias,
Tampa nas pias!

O leão azul


Era uma vez um circo
muito mas muito famoso
que tinha algo de especial:
um leão azul e gracioso.

Todos os dias o leão
saía do palco a dançar.
Ele eia tão feliz
que até se punha a cantar.

O leão contava muitas piadas,
ele era muito engraçado.
Até tinha um gabinete
de onde vinha um grande cheirete.


Gabriel Vidal

Os loucos de Évora



Louco n.º 1
o que está sempre em jejum.

Louco n.º 2
o que está sempre a dizer pois.

Louco n.º 3
o que queria ser chinês.

Louco n.º 4
o que detesta teatro.

Louco n.º 5
o que anda sempre à procura do trinco.

Louco n.º 6
o que está sempre a beijar reis.

Louco n.º 7
o que tem medo de uma troninete.

Louco n.º 8
o que não quer ser afoito.

Louco n.º 9
o que tem uma camisola a dizer dezanove.

Louco n.º 10
o que cheira mal dos pés.


Gonçalo

Aqueles meninos



Aquele menino chamado João
dá beijocas no seu cão.

Aquele menino chamado Luís
tira macacos do nariz.

Aquele menino chamado Gabriel
ficou enrolado no cordel

Aquele menino chamado Gonçalo
fez um galo.

Aquela menina chamada Leonor
cheira a flor.

Aquela menina chamada Joana
cheira a banana.

Aquela menina chamada Beatriz
não sabe o que diz.

Aquela menina chamada Cíntia
foi à Índia.

Aquele menina chamada Jéssica
andou na América.

E daquela menina chamada Daniela
não sei nada sobre ela.


Luís Pastor

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

CONTINUAMOS COM A HISTÓRIA DE PORTUGAL





Aqui ficam mais três trabalhos feitos por outros tantos grupos.
Já agora, pedimos que nos dêem a vossa opinião sobre o que fizémos pois, certamente, há coisas que podem não estar bem ou que poderiam estar mais bem explicadas. Mandem-nos os vossos comentários. Obrigado!


OS PRIMEIROS POVOS QUE HABITARAM A PENÍNSULA IBÉRICA

Sabe-se que a Península Ibéria foi habitada por oito povos: os Iberos, os Celtas, os Fenícios, os Gregos, os Cartagineses, os Bárbaros, os Romanos e os Árabes (Muçulmanos). Da união dos Iberos e dos Celtas resultaram os Celtiberos. Neste povo distinguiram-se os Lusitanos, que se dedicavam à pastorícia e à caça.
Nos Lusitanos, distinguiu-se Viriato que comandou os Lusitanos durante a guerra contra os Romanos. Só 200 anos depois os Romanos invadiram a Península Ibérica.
Durante 800 anos os Romanos construíram pontes, aquedutos, templos, estradas, etc. Os Romanos também deixaram a sua língua (latim), a moeda, a religião, os costumes… A este desenvolvimento chamou-se a Romanização.
No ano de 711 os Muçulmanos vieram conquistar e conseguiram. Eles invadiram toda a Península menos as Astúrias, um pequeno território no norte da Península Ibérica. Os Muçulmanos praticavam a religião do Islamismo.

Gabriel Vidal
Josué Neves



OS DESCOBRIMENTOS

Após a guerra da independência, Portugal encontrava-se em dificuldades económicas, tinha falta de cereais, ouro e prata. Essas riquezas encontravam-se nos mercados de África e da Ásia.
Por essa e outras razões, deu-se início à expansão marítima portuguesa.
Ao rei D. João I, sucedeu D. Duarte, a este D. Afonso V e depois D. João II e D. Manuel I. Todos eles contribuíram para a grande empresa dos Descobrimentos. Mas o grande impulsionador dos Descobrimentos foi o Infante D. Henrique.
Os Descobrimentos começaram em 1415, com a conquista de Ceuta.
No reinado de D. João III, julga-se que em 1524, nasceu Luís de Camões, um dos maiores poetas portugueses. Ele escreveu “Os Lusíadas”, onde a História de Portugal é escrita em verso. Luís de Camões morreu a 10 de Junho de 1580. Também escreveu parte dos Descobrimentos.

Luís Pastor
Ricardo



DA MONARQUIA À REPÚBLICA

No final do século XIX, no reinado de D. Carlos, houve uma crise muito grave em Portugal. E por isso, assassinaram D. Carlos e sucedeu-lhe D. Manuel II, o seu filho, que só governou dois anos. Esses dois anos foram muito agitados por revoluções sociais. No meio desta situação social, surgiu o Partido Republicano, que se manifestava contra a Monarquia. Os republicanos afirmavam que só um novo regime salvaria Portugal.
Então, no dia 4 de Outubro de 1910 houve uma revolução republicana. E no dia 5 de Outubro de 1910 acabou a Monarquia e houve um novo regime chamado a República.
A bandeira portuguesa passou a ser vermelha e verde e o Hino Nacional passou a ser “A Portuguesa” e criou-se uma nova moeda: o escudo.
Nós antes não sabíamos isto, mas já aprendemos e gostámos muito.


Gonçalo C.
João Eduardo