O DRAGÃO, A BRUXA E OS SETE ANÕES



Era uma vez sete anões e uma bruxa, que viviam numa ilha deserta chamada Chorango.
A bruxa era muito má para os sete anões pois ela fazia poções maléficas para serem seus servos. Mas, ela nunca conseguir porque eles eram muito espertos.
Um dia, quando a bruxa ia pôr um lagarto no seu caldeirão, pensou:
-Como eu fui parva! Podia ter transformado um lagarto num dragão para apanhar os sete anões.
Enquanto isso, os sete anões prepararam-se para fugir num balão de ar quente, pois já não resistiam aos feitiços da bruxa.
Entretanto, o vulcão que se situava na ilha, entrou em erupção. Mas não se preocupem! Os sete anões já tinham fugido no seu balão de ar quente. O dragão precipitou-se tanto que fugiu sem a bruxa; mas ficou com tantas coisas na cabeça que lhe deu amnésia. Quando chegou à cidade, o dragão encontrou os anões, que lhe disseram que eram os seus amigos e viveram felizes para sempre.
Ah! E a bruxa morreu com a lava.
Gabriel, Gonçalo, Luís e Sofia
O SHREK E O GOLFINHO


Era uma vez um golfinho que nadava todos os dias no rio Charroca.
Certo dia, um índio passeava por aquelas bandas quando encontrou o golfinho e pensou:
-Que lindo jantar! Vou caçá-lo para mim e para a minha tribo.
Mas, quando ia para tirar as suas armas do bolso, reparou que estava desarmado. E foi então que olhou para o chão e viu uma flecha. Nesse momento, puxou do seu arco e fez pontaria ao golfinho.
-Alto aí, seu índio de meia-tigela! – disse o Shrek, agarrando o índio pela camisola e dando-lhe um murro.
-Eu só deixo o índio em paz se tu me deres dinheiro. – disse o índio.
-Está bem. Eu só vou a casa buscar o dinheiro e já volto. – disse o Shrek.
Nesse preciso momento, o Shrek enganou-o, dando-lhe um pote de moedas de chocolate. O índio, todo satisfeito com todas aquelas moedas de chocolate, pensando que eram verdadeiras, foi para a sua terra e o Shrek e o golfinho tornaram-se grandes amigos.
Beatriz, Daniela, João P. e Joana Martins
O CAPUCHINHO VERMELHO E O GUARDA-CHUVA MÁGICO


Era uma vez o Capuchinho Vermelho, que tinha ido com o seu professor e com os seus colegas a Belém, mas perdeu-se no caminho. Caminhou, caminhou, caminhou e encontrou um castelo em ruínas. Dentro desse castelo havia um fantasma mas, o Capuchinho Vermelho, com o seu guarda-chuva mágico, conseguiu derrotar o fantasma.
Nesse dia ele foi dar mais uma volta ao castelo e encontrou um homem estendido no chão que, no fim, era o Super-Homem. Ele estava ferido num braço, por causa de uma facada que o fantasma lhe tinha dado. O Capuchinho Vermelho resolveu então chamar o seu cavalo alado, com um assobio, e levaram o Super-Homem para casa.
Beatriz B., Irene, João Eduardo e Mª Helena
O PAI NATAL E A CINDERELA EM PARIS



Era uma vez um Pai Natal que vivia no Pólo Norte. Ele já estava farto da neve e do seu trabalho e, por isso, decidiu tirar umas férias em Paris. No caminho parou porque viu uns ramos a mexer. Foi lá ver o que era. Então surgiu uma surpresa: era um dinossauro falante, que disse:
- Olá, como está?
- Bem, obrigado. - disse o Pai Natal. E você?
- Também estou bem. – disse o dinossauro.
- Que vir comigo passar férias a Paris? – disse o Pai Natal.
- Sim, agradecia-lhe! – exclamou o dinossauro.
E então seguiram caminho cantarolando.
Passado umas horas, chegaram a Paris. Foram logo passear para ver a Torre Eiffel .
No cimo da Torre Eiffel, o Pai Natal encontrou uma linda menina e perguntou-lhe o seu nome.
- Chamo-me Cinderela! – respondeu a menina.
Então, o Pai Natal convidou-a para dar uma volta à Eurodisney.
Depois de se conhecerem melhor, o Pai Natal e a Cinderela apaixonaram-se. Passado uns dias, o Pai Natal deu-lhe um anel de ouro e perguntou:
- Queres casar comigo, Cinderela?
- Sim. – disse a Cinderela.
Dois meses depois, eles casaram-se na Torre Eiffel. O padrinho de casamento foi o dinossauro. Os três viveram felizes para sempre.
Kálita, Joana N., Mariana e Taissa






