quinta-feira, 30 de abril de 2009

UMA FIADA DE TEXTOS...

Fomos desafiados a escrever, em grupo, um texto com base em 5 imagens que tirámos à sorte. Eis os resultados:

O DRAGÃO, A BRUXA E OS SETE ANÕES


















Era uma vez sete anões e uma bruxa, que viviam numa ilha deserta chamada Chorango.
A bruxa era muito má para os sete anões pois ela fazia poções maléficas para serem seus servos. Mas, ela nunca conseguir porque eles eram muito espertos.
Um dia, quando a bruxa ia pôr um lagarto no seu caldeirão, pensou:
-Como eu fui parva! Podia ter transformado um lagarto num dragão para apanhar os sete anões.
Enquanto isso, os sete anões prepararam-se para fugir num balão de ar quente, pois já não resistiam aos feitiços da bruxa.
Entretanto, o vulcão que se situava na ilha, entrou em erupção. Mas não se preocupem! Os sete anões já tinham fugido no seu balão de ar quente. O dragão precipitou-se tanto que fugiu sem a bruxa; mas ficou com tantas coisas na cabeça que lhe deu amnésia. Quando chegou à cidade, o dragão encontrou os anões, que lhe disseram que eram os seus amigos e viveram felizes para sempre.
Ah! E a bruxa morreu com a lava.

Gabriel, Gonçalo, Luís e Sofia




O SHREK E O GOLFINHO






Era uma vez um golfinho que nadava todos os dias no rio Charroca.
Certo dia, um índio passeava por aquelas bandas quando encontrou o golfinho e pensou:
-Que lindo jantar! Vou caçá-lo para mim e para a minha tribo.
Mas, quando ia para tirar as suas armas do bolso, reparou que estava desarmado. E foi então que olhou para o chão e viu uma flecha. Nesse momento, puxou do seu arco e fez pontaria ao golfinho.
-Alto aí, seu índio de meia-tigela! – disse o Shrek, agarrando o índio pela camisola e dando-lhe um murro.
-Eu só deixo o índio em paz se tu me deres dinheiro. – disse o índio.
-Está bem. Eu só vou a casa buscar o dinheiro e já volto. – disse o Shrek.
Nesse preciso momento, o Shrek enganou-o, dando-lhe um pote de moedas de chocolate. O índio, todo satisfeito com todas aquelas moedas de chocolate, pensando que eram verdadeiras, foi para a sua terra e o Shrek e o golfinho tornaram-se grandes amigos.

Beatriz, Daniela, João P. e Joana Martins




O CAPUCHINHO VERMELHO E O GUARDA-CHUVA MÁGICO





Era uma vez o Capuchinho Vermelho, que tinha ido com o seu professor e com os seus colegas a Belém, mas perdeu-se no caminho. Caminhou, caminhou, caminhou e encontrou um castelo em ruínas. Dentro desse castelo havia um fantasma mas, o Capuchinho Vermelho, com o seu guarda-chuva mágico, conseguiu derrotar o fantasma.
Nesse dia ele foi dar mais uma volta ao castelo e encontrou um homem estendido no chão que, no fim, era o Super-Homem. Ele estava ferido num braço, por causa de uma facada que o fantasma lhe tinha dado. O Capuchinho Vermelho resolveu então chamar o seu cavalo alado, com um assobio, e levaram o Super-Homem para casa.

Beatriz B., Irene, João Eduardo e Mª Helena




O PAI NATAL E A CINDERELA EM PARIS
















Era uma vez um Pai Natal que vivia no Pólo Norte. Ele já estava farto da neve e do seu trabalho e, por isso, decidiu tirar umas férias em Paris. No caminho parou porque viu uns ramos a mexer. Foi lá ver o que era. Então surgiu uma surpresa: era um dinossauro falante, que disse:
- Olá, como está?
- Bem, obrigado. - disse o Pai Natal. E você?
- Também estou bem. – disse o dinossauro.
- Que vir comigo passar férias a Paris? – disse o Pai Natal.
- Sim, agradecia-lhe! – exclamou o dinossauro.
E então seguiram caminho cantarolando.
Passado umas horas, chegaram a Paris. Foram logo passear para ver a Torre Eiffel .
No cimo da Torre Eiffel, o Pai Natal encontrou uma linda menina e perguntou-lhe o seu nome.
- Chamo-me Cinderela! – respondeu a menina.
Então, o Pai Natal convidou-a para dar uma volta à Eurodisney.
Depois de se conhecerem melhor, o Pai Natal e a Cinderela apaixonaram-se. Passado uns dias, o Pai Natal deu-lhe um anel de ouro e perguntou:
- Queres casar comigo, Cinderela?
- Sim. – disse a Cinderela.
Dois meses depois, eles casaram-se na Torre Eiffel. O padrinho de casamento foi o dinossauro. Os três viveram felizes para sempre.

Kálita, Joana N., Mariana e Taissa

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

OS VALORES...



Quanto a nós, os valores mais importantes são a Amizade, a Família e a Saúde.

Sobre a Amizade basta dizer que se não tivéssemos amigos não podíamos brincar, nem desabafar, com ninguém!

A Família dá-nos tudo o que necessitamos: amor, mimo, comer...

A Saúde é um valor porque sem ela não poderíamos viver.

Mas também há os anti-valores... Por exemplo, a ganância pelo dinheiro. As pessoas gananciosas podem matar, roubar, bater, etc. Há pessoas que fazem tudo pelo dinheiro: matam pessoas e roubam! São pessoas que não têm valores nem sentimentos.
Anti-valores também são as mentiras, as traições e as crueldades para com as outras pessoas.
Na vida, o mais importante é ter valores. Sem valores não seríamos o que somos hoje.
As pessoas devem ser honestas umas com as outras, devem cuidar das suas famílias e amá-las como se amam a si próprios.

Adaptado a partir dos textos criados por:
João Pisco, Joana Martins e Josué Filho

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

POEMAS À SOLTA



A partir do "Poema Pial" de Fernando Pessoa, que aqui deixamos, inventámos poemas. Mesmo que não tivessem muito sentido, os poemas que criássemos tinham de ter rimas.
Um pouco mais abaixo podem ver três dos poemas que criámos. Esperamos que gostem.

POEMA PIAL

Toda a gente que tem as mãos frias
Deve metê-las dentro das pias.

Pia número UM
Para quem mexe as orelhas em jejum.

Pia número DOIS,
Para quem bebe bifes de bois.

Pia número TRÊS,
Para quem espirra só meia vez.

Pia número QUATRO,
Para quem manda as ventas ao teatro.

Pia número CINCO,
Para quem come a chave do trinco.

Pia número SEIS,
Para quem se penteia com bolos-reis

Pia número SETE,
Para quem canta até que o telhado se derrete.

Pia número OITO,
Para quem parte nozes quando é afoito.

Pia número NOVE,
Para quem se parece com uma couve.

Pia número DEZ,
Para quem cola selos nas unhas dos pés.

E, como as mãos já não estão frias,
Tampa nas pias!

O leão azul


Era uma vez um circo
muito mas muito famoso
que tinha algo de especial:
um leão azul e gracioso.

Todos os dias o leão
saía do palco a dançar.
Ele eia tão feliz
que até se punha a cantar.

O leão contava muitas piadas,
ele era muito engraçado.
Até tinha um gabinete
de onde vinha um grande cheirete.


Gabriel Vidal

Os loucos de Évora



Louco n.º 1
o que está sempre em jejum.

Louco n.º 2
o que está sempre a dizer pois.

Louco n.º 3
o que queria ser chinês.

Louco n.º 4
o que detesta teatro.

Louco n.º 5
o que anda sempre à procura do trinco.

Louco n.º 6
o que está sempre a beijar reis.

Louco n.º 7
o que tem medo de uma troninete.

Louco n.º 8
o que não quer ser afoito.

Louco n.º 9
o que tem uma camisola a dizer dezanove.

Louco n.º 10
o que cheira mal dos pés.


Gonçalo

Aqueles meninos



Aquele menino chamado João
dá beijocas no seu cão.

Aquele menino chamado Luís
tira macacos do nariz.

Aquele menino chamado Gabriel
ficou enrolado no cordel

Aquele menino chamado Gonçalo
fez um galo.

Aquela menina chamada Leonor
cheira a flor.

Aquela menina chamada Joana
cheira a banana.

Aquela menina chamada Beatriz
não sabe o que diz.

Aquela menina chamada Cíntia
foi à Índia.

Aquele menina chamada Jéssica
andou na América.

E daquela menina chamada Daniela
não sei nada sobre ela.


Luís Pastor

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

CONTINUAMOS COM A HISTÓRIA DE PORTUGAL





Aqui ficam mais três trabalhos feitos por outros tantos grupos.
Já agora, pedimos que nos dêem a vossa opinião sobre o que fizémos pois, certamente, há coisas que podem não estar bem ou que poderiam estar mais bem explicadas. Mandem-nos os vossos comentários. Obrigado!


OS PRIMEIROS POVOS QUE HABITARAM A PENÍNSULA IBÉRICA

Sabe-se que a Península Ibéria foi habitada por oito povos: os Iberos, os Celtas, os Fenícios, os Gregos, os Cartagineses, os Bárbaros, os Romanos e os Árabes (Muçulmanos). Da união dos Iberos e dos Celtas resultaram os Celtiberos. Neste povo distinguiram-se os Lusitanos, que se dedicavam à pastorícia e à caça.
Nos Lusitanos, distinguiu-se Viriato que comandou os Lusitanos durante a guerra contra os Romanos. Só 200 anos depois os Romanos invadiram a Península Ibérica.
Durante 800 anos os Romanos construíram pontes, aquedutos, templos, estradas, etc. Os Romanos também deixaram a sua língua (latim), a moeda, a religião, os costumes… A este desenvolvimento chamou-se a Romanização.
No ano de 711 os Muçulmanos vieram conquistar e conseguiram. Eles invadiram toda a Península menos as Astúrias, um pequeno território no norte da Península Ibérica. Os Muçulmanos praticavam a religião do Islamismo.

Gabriel Vidal
Josué Neves



OS DESCOBRIMENTOS

Após a guerra da independência, Portugal encontrava-se em dificuldades económicas, tinha falta de cereais, ouro e prata. Essas riquezas encontravam-se nos mercados de África e da Ásia.
Por essa e outras razões, deu-se início à expansão marítima portuguesa.
Ao rei D. João I, sucedeu D. Duarte, a este D. Afonso V e depois D. João II e D. Manuel I. Todos eles contribuíram para a grande empresa dos Descobrimentos. Mas o grande impulsionador dos Descobrimentos foi o Infante D. Henrique.
Os Descobrimentos começaram em 1415, com a conquista de Ceuta.
No reinado de D. João III, julga-se que em 1524, nasceu Luís de Camões, um dos maiores poetas portugueses. Ele escreveu “Os Lusíadas”, onde a História de Portugal é escrita em verso. Luís de Camões morreu a 10 de Junho de 1580. Também escreveu parte dos Descobrimentos.

Luís Pastor
Ricardo



DA MONARQUIA À REPÚBLICA

No final do século XIX, no reinado de D. Carlos, houve uma crise muito grave em Portugal. E por isso, assassinaram D. Carlos e sucedeu-lhe D. Manuel II, o seu filho, que só governou dois anos. Esses dois anos foram muito agitados por revoluções sociais. No meio desta situação social, surgiu o Partido Republicano, que se manifestava contra a Monarquia. Os republicanos afirmavam que só um novo regime salvaria Portugal.
Então, no dia 4 de Outubro de 1910 houve uma revolução republicana. E no dia 5 de Outubro de 1910 acabou a Monarquia e houve um novo regime chamado a República.
A bandeira portuguesa passou a ser vermelha e verde e o Hino Nacional passou a ser “A Portuguesa” e criou-se uma nova moeda: o escudo.
Nós antes não sabíamos isto, mas já aprendemos e gostámos muito.


Gonçalo C.
João Eduardo